2008/10/30

Clero da zona pastoral Oeste/Veiga preocupado


Formar leigos que presidam
a celebrações da Palavra

(texto) José António Carneiro

O clero da zona pastoral Oeste/Veiga do arciprestado de Braga reflectiu, na reunião de 23 de Outubro, sobre a importância de formar leigos para presidirem a celebrações da Palavra, bem como a possibilidade de organizar, em cada comunidade, uma Celebração da Palavra, na semana de 9 a 12 de Dezembro.
A reunião que contou com a presença de D. Jorge Ortiga, de D. António Couto, e do arcipreste, padre José Sepúlveda, serviu ainda para se trocaram impressões sobre a preparação e celebração da visita pastoral às paróquias da Zona. Cada sacerdote, em reunião particular com o Bispo, organizará o programa que engloba, além de outras iniciativas, uma assembleia paroquial e a eucaristia de encerramento.
Neste encontro, foi ainda analisado o programa proposto na reunião anterior para as actividades a realizar na Zona Pastoral. O padre Carlos Eugénio Araújo apresentou a dinâmica para o Advento e Natal, enquanto o padre João Torres referiu-se à data de 28 de Dezembro para o encontro com os casais que participaram no Centro de Preparação para o Matrimónio (CPM) realizado em Esporões. Registe-se que o próximo CPM a decorrer nesta paróquia decorrerá em seis domingos, entre 22 de Fevereiro e 29 de Março de 2009.
Este sacerdote apresentou ainda as datas  das reuniões de catequistas: dia 14 de Janeiro, em Celeirós, para os catequistas do 2.º, 5.º, 7.º e 8.º anos e dia 23 de Abril, em Fradelos, para os catequistas do 3.º, 6.º e 10.º anos.
Este reunião, presidida pelo Fernando Apolinário Marques, serviu ainda para actualizar os contactos dos sacerdotes e agendar a próxima reunião para o dia 12 de Novembro, às 10h30, em Celeirós.

in Diário do Minho, 30 de Outubro

Escrito por JAC em 09:39:08 | Link permanente | Comments (0) |

CPM em todos os arciprestados



Reactivar o Centro de Preparação para o Matrimónio (CPM) em Barcelos, Braga, Vila Nova de Famalicão e Cabeceiras de Basto e implementá-lo na Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho são dois objectivos que os actuais responsáveis diocesanos delinearam para este ano pastoral, fazendo com que este movimento tenha expressão e lugar em todos os arciprestados da Arquidioce de Braga.
Além deste propósito, o conselho diocesano que decorreu no passado domingo, em Celorico de Basto, traçou como linha orientadora a visita a todos os centros do movimento e salientou a importância da “reunião zero” em todas as paróquias como meio de acolher os noivos, divulgar  a temática do CPM e proceder às respectivas inscrições.
Na reunião, foi feito um apelo e sensibilização para a importância da formação de todos os casais e foi referida a importância de envolver os arciprestes, sacerdotes e seminaristas na dinâmica do movimento.
O CPM vai promover reuniões dos Conselhos Diocesanos Ordinários nos dias 20 de Junho e 24 de Outubro de 2009.
A participação em diversas acções de formação, quer a nível local, quer nacional, é outro dos objectivos delineados pelo movimento presidido pelo casal Emília Moura e António Almeida.

in Diário do Minho, 30 de Outubro


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2008/10/29

Na visita pastoral à paróquia da Sé de Braga


D. Jorge Ortiga vai à Câmara
e reúne com diversas associações

(texto)José António Carneiro

No âmbito da visita pastoral à paróquia da Sé, que decorre entre os dias 6 e 9 de Novembro, o Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, vai visitar a Câmara Municipal de Braga, assim como está previsto um encontro com as direcções de 18 associações bracarenses, com sede no território daquela paróquia.
Este encontro com as associações está agendado para o dia 6, pelas 21h00, e decorrerá nas instalações da Associação Comercial de Braga (ACB).
No dia seguinte, dia 7, pelas 15h00, D. Jorge Ortiga visitará a Câmara Municipal, seguindo-se uma outra visita ao Patronato de Nossa Senhora da Torre daquela paróquia.
Pelas 21h00, realiza-se a assembleia paroquial nas instalações desta mesma instituição.
Num folheto distribuído pela paróquia, é feita a convocação para esta assembleia, salientando-se que serão pertinentes as presenças quer de pessoas empenhadas directamente na vida da Igreja, quer de algumas outras que não estejam tanto por dentro mas que se questionam sobre a Igreja, sobre Deus, sobre a fé e a vida em sociedade.
A visita pastoral continua no dia 8, com o Arcebispo de Braga a visitar os dois centros de catequese da paróquia da Sé. O centro da Visitação recebe D. Jorge Ortiga às 11h00, e o centro do Patronato, às 14h30.
Também o Agrupamento de Escuteiros da Sé recebe o pastor da Arquidiocese de Braga, pelas 15h30, e, no final, na Sé Primaz, D. Jorge Ortiga preside à Eucaristia, às 17h30.
A visita pastoral à Sé conclui-se no domingo, dia 9, com o Arcebispo Primaz a presidir à Eucaristia, pelas 18h00, na Sé Primacial de Braga.

in Diário do Minho

Escrito por JAC em 11:03:43 | Link permanente | Comments (0) |

No dia 9 de Novembro, com D. Jorge Ortiga


Paróquia de São Martinho de Sande
reabre igreja com novas tecnologias


(texto)José António Carneiro

A paróquia de São Martinho de Sande, do arciprestado de Guimarães/Vizela, vai reabrir ao culto, no dia 9 de Novembro, a sua igreja, guarnecida com novas tecnologias. O templo esteve encerrado durante um ano e meio para a realização das obras de restauro e recebe, pelas 15h00 do segundo domingo de Novembro, o Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, para a primeira Eucaristia.
O padre Abel Faria, destacando a alegria e expectativa da população pela reabertura do templo, referiu que a intervenção respeitou as linhas arquitectónicas, mas operou grandes alterações principalmente ao nível da qualidade.
Estas obras, acompanhadas pela Comissão Arquidiocesana para os Bens Patrimoniais da Igreja, fizeram uma aposta especial ao nível da inovação e da tecnologia.
Foi colocado um painel e um projector multimédia que permite a utilização de ficheiros de vídeo e som durante algumas celebrações.
Além disso, foram postas seis câmaras espalhadas pela igreja. Esta colocação, segundo o actual pároco de São Martinho de Sande, liga-se a um outro projecto que está ainda a ser aprofundado e tem a ver com a transmissão da Eucaristia dominical das 11h00, pela internet. Aliás, está já a ser criado um site destinado a essa transmissão.
A remodelação ao nível do interior foi total. O exterior tinha sido renovado há dois anos, com a mudança de telhado e rebocos. Agora, no interior, foi elaborada uma intervenção de fundo que permite à comunidade não pensar em restauros durante muitos anos.
Além das intervenções nos tectos e no piso, a talha, os altares e o sacrário permanecem fiéis ao antigo, tendo sido substituído apenas o que estava em mau estado.
O pároco salientou, ainda, que neste percurso para a execução das obras toda a comunidade paroquial se envolveu e empenhou.
No mesmo dia da reabertura será feita uma homenagem ao padre Armando Barreto Marques, que foi pároco em São Martinho de Sande cerca de 35 anos.
O padre Abel Faria, seu sucessor, salienta que, apesar de ser uma homenagem simples e singela, ela será muito significativa e merecida, já que o mérito da obra também lhe pertence.
O actual pároco de São Martinho de Sande fala já de novos projectos para a freguesia, ressalvando que «muita coisa há para fazer». E nomeia desde logo o adro da igreja que, agora, precisa de intervenção. Também o centro social paroquial precisa de obras de conservação e melhoramento.
A reconstrução exterior e interior da capela de Santo Amaro é outro projecto a concretizar pela paróquia de São Martinho de Sande. De resto, já está em andamento e conta com o apoio da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Guimarães. Segundo o pároco, também a residência paroquial precisa de rápida intervenção.

in Diário do Minho
Escrito por JAC em 11:02:21 | Link permanente | Comments (0) |

2008/10/28

Bodas paroquiais do padre Agostinho Silva


População de Figueiredo unida
no gesto de gratidão ao pároco

Texto e foto: José António Carneiro

A população de Figueiredo, em Braga, uniu-se num gesto de gratidão ao padre Agostinho Silva, que há 25 anos é pároco daquela localidade. Segundo a comissão organizadora, todas as forças vivas de Figueiredo quiseram associar-se as estas comemorações para demonstrar ao sacerdote o sentimento de gratidão que existe em todos os paroquianos.
O padre Agostinho Silva disse ao Diário do Minho, antes da celebração eucarística que decorreu no restaurado adro da igreja paroquial, que se sentia «um pouco atrapalhado» com a homenagem por ser «avesso» a estas manifestações. Contudo, «compreendo que as pessoas queiram reconhecer publicamente a minha presença e o meu trabalho aqui», sustentou.
Sendo Figueiredo a primeira paróquia assumida ao longo da vida sacerdotal, o padre Agostinho Silva considera que o trabalho pastoral, quer ao nível espiritual quer ao nível da criação de infra-estruturas, tem sido positivo.     
«Estou satisfeito e faz-me pensar o dia da minha entrada [também um sábado de Outubro] em que as coisas eram completamente diferente» quer ao nível da «atitude das pessoas que me receberam» quer ao nível do «ambiente físico envolvente», recordou o sacerdote.
Olhando os 25 anos de serviço paroquial, o padre Agostinho Silva destacou o trabalho de remodelação e estruturação ao nível da catequese. Recordou ainda a criação do Escutismo, da Legião de Maria, do grupo de jovens e o acompanhamento dos restantes grupos de apostolado que já existiam na comunidade.
Do ponto de vista da criação de infra-estruturas e espaços adequados à pastoral, o pároco de Figueiredo referiu a conclusão das obras do salão paroquial e a ampliação e restauro da igreja paroquial e do adro, uma obra que deixa o sacerdote orgulhoso.
Como sonhos e projectos de futuro, o sacerdote destaca a necessidade da criação de um parque de estacionamento junto da igreja paroquial. Além disso, «gostaria de apoiar – não à frente mas como colaborador – um projecto de cariz social, como a criação de um lar para idosos», que já mexe uma equipa na paróquia.
A homenagem, segundo João Mendes, da comissão organizadora, uniu todas as colectividade civis e religiosas de Figueiredo porque «o padre Agostinho Lopes tem gasto a sua vida, empenhando-se no nosso meio».
«Figueiredo está melhor que há 25 anos por causa do padre Agostinho», afirmou.
Na missa de acção de graças pelos 25 anos de vida paroquial em Figueiredo, o padre Carlos Vaz esteve encarregue de fazer a homilia. Centrando-se nas leituras bíblicas e também na mensagem final do Sínodo dos Bispos, o sacerdote deixou desafios aos paroquianos de Figueiredo e pediu adesão aos novos projectos da evangelização da Igreja.  
Seguiu-se à Eucaristia, um lanche convívio no salão paroquial aberto a toda a comunidade, durante o qual foram entregues ao sacerdote algumas lembranças.

in Diário do Minho


Escrito por JAC em 09:42:34 | Link permanente | Comments (0) |

Datas dos CPM's

Conselho diocesano decorreu em Celorico de Basto
CPM apresentou calendário
da formação destinada aos noivos

Texto: José António Carneiro

O Centro de Preparação para o Matrimónio (CPM) apresentou ontem a calendarização para o ano de 2009 da formação destinada à preparação remota dos noivos que querem celebrar o seu casamento católico. O movimento realizou ontem de tarde, no salão paroquial de Arnóia, em Celorico de Basto, o seu conselho arquidiocesano onde foi feita também a apresentação do plano de actividades.
Do calendário apresentado resulta que para o arciprestdo de Celorico de Basto, o CPM decorre no centro paroquial de Britelo, entre os dias 28 de Fevereiro e 5 de Abril de 2009, aos sábados das 21h00 às 24h00.
Em Esposende, de 24 de Abril a 10 de Maio, no centro paroquial, aos sábados da 17h00 às 19h00 e aos domingos das 09h30 às 12h30, acontecem as formações para os noivos.
No arciprestado de Fafe, o CPM tem lugar na Escola Secundária, do dia 7 de Março a 4 de Abril, aos sábados, das 15h00 às 17h30.
Em Guimarães, o CPM decorre em quatro locais distintos. Assim, de 1 de Fevereiro a 8 de Março, aos domingos das 09h30 às 12h30, no salão paroquial de Ronfe. No salão paroquial de Sande S. Martinho, acontece do dia 12 de Fevereiro a 15 de Março, aos sábados das 21h00 às 23h00. No Seminário do Verbo Divino, de 18 de Abril a 3 de Maio, o CPM decorre aos sábados 17h00 às 19h00 e aos domingos das 09h30 às 12h30. Por fim, as formações no salão paroquial de Pevidém, decorrem entre os dias 2 e 17 de Maio, nos mesmos dias e horas em que ocorrem as formações no Verbo Divino.  
Em Vizela, as preparações para os noivos acontecem no Centro Social e Paroquial de Santa Eulália, dos dias 17 de Janeiro a 14 de Fevereiro, aos sábados das 15h30 às 19h00. Ainda, de 31 de Janeiro a 28 de Fevereiro, no salão paroquial de S. João das Caldas de Vizela, aos sábados das 14h30 às 18h00 e, de 15 de Fevereiro a 15 de Março, aos domingos, das 09h30 às 12h30, no Contro Social Conde, em Nespereira.
No arciprestado de Vila do Conde/Póvoa de Varzim, o CPM tem agendados encontros aos domingos das 09h00 às 12h45, no salão da paróquia da Matriz (Póvoa de Varzim). Os dias dos três encontros são de 1 de Fevereiro a 1 de Março, de 26 de Abril a 24 de Maio e de 27 de Setembro a 25 de Outubro.
O salão paroquial de Soutelo, recebe o CPM do arciprestado de Vila Verde de 22 de Fevereiro a 29 de Março, aos domingos das 09h15 às 12h30.
Desta calendarização já estabelecida para os CPM’s na Arquidiocese de Braga ainda não figuram alguns arciprestados. Segundo o casal presidente, Emília Moura e António Almeida, as datas para estes arciprestados serão estabelecidas brevemente de acordo com os respectivos arciprestes.


in Diário do Minho

Escrito por JAC em 09:39:40 | Link permanente | Comments (0) |

D. António Couto visitou S. João de Souto




Amor é a única surpresa
em mundo materialista

Texto e foto: José António Carneiro

«Num mundo materialista e neo-paganizado a única surpresa é o amor». Esta foi a mensagem central deixada por D. António Couto, ontem de manhã, na Eucaristia de encerramento da visita pastoral que realizou à paróquia de S. João de Souto.
Para o Bispo Auxiliar de Braga, a mentalidade actual atende apenas às soluções «ricas e técnicas, com três dimensões» levando a que o «amor que não tem três dimensões» seja ignorado e não vivido quer em relação a Deus quer em relação aos homens.
«Em nome de uma pseudo-modernidade e de uma técnica designada das “três dimensões”, somos muito capazes de dizer que o divórcio é que vale, o aborto é que é normal, abandonar doentes nos hospitais e nos lares é correcto. Ao invés disso, esquecemos as riquezas que não têm três dimensões, e o amor não tem três dimensões, mas todos o sentimos», afirmou aos presentes que encheram a renovada igreja paroquial de S. João de Souto.
Perante os párocos, cónego Manuel Joaquim Costa e padre Domingos Paulo Oliveira, e outros sacerdotes e diáconos, D. António Couto disse que «a única crise verdadeira que pode existir é a crise de amor. Não é uma crise financeira ou outra qualquer. A única que pode afectar o homem é a crise de amor».
Por isso desafiou os paroquianos de S. João de Souto a viverem concretamente o amor uns com os outros.
«Amai-vos uns aos outros e encontrareis o segredo da vida verdadeira e feliz, da vida de Deus. Inventai formas novas e encontrareis a felicidade e construiremos um mundo novo», defendeu na homilia.
Aludindo ao grande número de igrejas localizadas no território daquela paróquia, D. António Couto salientou o privilégio daqueles paroquianos. «Tive oportunidade de verificar que o espaço paroquial de S. João de Baptista tem quase tantas casas de Deus como casas dos homens portanto, estais bem servidos e deveis sentir, melhor que ninguém, a presença de Deus entre vós, já que Deus mora verdadeiramente no vosso meio», disse.
Ao falar do padroeiro, S. João Baptista, em especial do seu nome, que do radical hebraico, significa «Deus faz graça», o Bispo Auxiliar de Braga traçou alguns desafios aos presentes na celebração.
Apoiado, ainda, na liturgia da Palavra da Eucaristia, D. António Couto disse que «porque Deus é agraciador, nós devemos também ser agraciadores». Aqui nasce, segundo o prelado, a imitação de que S. Paulo falava na segunda leitura.
Olhando o padroeiro, «sabei que Deus faz graça e, por isso, os cristãos devem imitá-lo», afirmou.
A partir do Evangelho e baseado na ideia de Deus que é «o Pai que nos segura no colo», afirmou que o amor é a clave, a chave de leitura da vida. «Não é que Deus seja ignorante, mas a única linguagem que Ele compreende verdadeiramente é a linguagem do amor.
Deste modo, para o prelado, também, os cristãos devem dar mais importância a esta linguagem, e não se entreterem com argumentações académicas e balofas.
Jesus dá o tom da música para a vida: amar sempre e intensamente. Segundo D. António Couto, «vale mais uma solução pobre cheia de amor de que uma rica sem qualquer amor». E terminou: «Que Deus continue a fazer-nos carícias e amar-nos gratuitamente».

«Igreja deve
sair da sacristia»
No rescaldo da visita  pastoral, o cónego Manuel Joaquim Costa referiu que a presença de D. António Couto «foi muito positiva» porque «encerrou a inquietação da pastoral da cidade», uma vez que privilegia o encontro directo com as pessoas. «A pastoral da cidade não se deve cingir às pessoas que frequentam a Igreja e as celebrações». Para o sacerdote «é necessário sair da sacristia» e ir ao encontro das pessoas.
Recorde-se que a visita à paroquia de S. João de Souto arrancou quarta-feira, com uma Eucaristia, onde D. António Couto ministrou o sacramento da Santa Unção. Seguiu-se um encontro com o clero que trabalha nas diversas igrejas e capelas do território da paróquia.
Da parte da tarde, o Bispo foi interrogado pelas crianças do Externato Paulo VI, durante uma visita àquelas instalações.
Na sexta-feira à noite realizou-se ainda uma assembleia paroquial que contou com a presença de cerca de 70 pessoas. De registar, que dada a desertificação de S. João de Souto, a paróquia não se estabelece tanto pela identificação territorial mas pessoal, o que faz com quer muitos paroquianos não residam em S. João de Souto.


in Diário do Minho



Escrito por JAC em 09:36:24 | Link permanente | Comments (0) |

Igreja de Mouquim renovada


Pároco dá nome
ao largo da Igreja

Texto e foto: José António Carneiro

O padre Domingos Abreu viu ontem o seu nome atribuído ao largo onde se situa a igreja paroquial de Mouquim, Vila Nova de Famalicão. O descerrar da placa evocativa aconteceu, ontem de tarde, no final da Eucaristia que assinalou a reabertura daquela igreja, depois de oito meses fechada para sofrer obras de remodelação e restauro.
O sacerdote, que celebrou recentemente as suas bodas de ouro, foi desta forma homenageado pela autarquia local e pela população em geral pelo empenho colocado nos últimos anos ao serviço da comunidade paroquial de Mouquim. O gesto do descerrar da placa com o nome do Largo Padre Domingos Simões Abreu contou com a presença e participação das autoridades civis e da população de Mouquim em geral.
Mas o dia de ontem em Mouquim, não se cingiu apenas a este momento. A igreja paroquial da freguesia foi reaberta ao culto depois de sofrer obras de beneficiação, num investimento que ascendeu a cem mil euros, e que contou com a colaboração da Câmara Municipal de Famalicão (40 mil euros) e do Governo Civil de Braga (66 mil euros).
Antes da Eucaristia, ainda houve tempo para a bênção de uma imagem de S. Paulo, que foi colocada num altar lateral, assinalando também a celebração dos 2000 anos do nascimento de S. Paulo.
Os paroquianos de Mouquim aderiram em massa à reabertura da sua igreja. Muitas foram as pessoas que compareceram no local para ver o resultado da intervenção.
António Oliveira, que morou em Mouquim até aos 20 anos, considera «muito positiva esta obra», considerando que «está mais airosa». Também Manuel Grangeira, natural de Calendário, deslocou-se a Mouquim para ver a Igreja. «Conhecia a igreja, mas acho que agora está mais harmoniosa». Maria Veloso, de 92 anos, afirmou que o que mais gostou foi do «dourado dos altares»
Nos mais jovens, o sentimento é idêntico. Fábio Costa, de 13 anos, disse que «para a freguesia esta obra é muito boa, e a igreja está muito mais bonita». Filomena Moreira, do grupo de jovens da paróquia, considera que a obra permite melhores condições para todos, em especial, para os jovens, «porque está mais atraente».
Mouquim assistiu também à bênção de um espaço anexo à casa da Confraria de Nossa Senhora da Conceição, daquela paróquia. Este novo espaço, engloba uma sala para a Conferência Vicentina e ainda um espaço de garagem.
O monsenhor cónego Joaquim Fernandes, natural daquela localidade, referiu ao Diário do Minho que a colaboração da paróquia com as diversas instituições civis e mesmo políticas quer da freguesia quer do concelho tem sido uma realidade e tem ajudado ao desenvolvimento de Mouquim.

in Diário do Minho


Escrito por JAC em 09:34:11 | Link permanente | Comments (0) |

Arrancou comemoração dos 900 anos de S. Geraldo


Reedição do “Liber Fidei”
não tem data marcada

Texto e Foto: José António Carneiro

A reedição do “Liber Fidei”, o mais importante cartulário português, propriedade do Arquivo da Sé Primacial e à guarda da Biblioteca Pública de Braga, ainda não tem data marcada. A notícia foi avançada pelo cónego José Marques, o historiador que está a trabalhar no projecto.
Na sessão de abertura das comemorações do IX centenário da morte de S. Geraldo, o Vigário Geral da Arquidiocese, cónego José Paulo Abreu, pediu àquele especialista um esforço suplementar no trabalho para que a publicação seja dada a conhecer o quanto antes ao público em geral.
Em declarações ao Diário do Minho, o historiador afirmou que a re-edição do “Liber Fidei” requer um trabalho «moroso» destacando que apesar de estar «bem encaminhado», que não existe uma data fixada para a apresentação da nova edição.
O painel histórico intitulado “S. Geraldo e o seu tempo” reuniu, anteontem à noite na Faculdade de Teologia, três especialistas que abordaram algumas vertentes da vida e obra do monge beneditino que foi Arcebispo de Braga após a restauração da diocese, em 1071, sucedendo ao Bispo D. Pedro. João Soalheiro, Joaquim Félix e Geraldo Coelho Dias compuseram a mesa, presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga.
Foi precisamente sobre a origem beneditina de S. Geraldo, a época que foi Arcebispo e o seu papel no monaquismo e na beneditinização dos mosteiros e da liturgia daquele tempo da restauração que o historiador Geraldo Coelho Dias (o nome foi influenciado pelo santo) falou aos que marcaram presença no Auditório S. Tomás de Aquino.
Em especial, no que respeita ao último ponto, sobre o monaquismo em Braga ao tempo de S. Geraldo, o historiador que também é monge beneditino e professor jubilado da Faculdade de Letras do Porto, salientou os contributos de S. Martinho de Dume, S. Frutuoso e S. Rosendo.
Sobre “S. Geraldo e a liturgia” falou o padre Joaquim Félix, defendendo que a reforma litúrgica atribuída ao monge beneditino que foi arcebispo e metropolita de Braga é seguramente um dos aspectos mais relevantes do seu ministério episcopal.
O conferencista, que se doutorou recentemente na área da liturgia, em Roma, apresentou os códices e fragmentos litúrgicos que remetem para a época e origem de S. Geraldo.
A terminar a intervenção, o liturgista defendeu a necessidade de se estudar e editar os códices e fragmentos litúrgicos que restam, ressaltando que o seu estudo aturado trará surpresas.
O painel arrancou com uma conferência proferida por João Soalheiro. O director do Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja abordou o tema “S. Geraldo e os primórdios da nacionalidade”, destacando o papel deste Arcebispo de Braga e do Conde D. Henrique, apresentados como dois imigrantes que trabalharam para a independência portuguesa.
No encerramento da sessão, D. Jorge Ortiga pediu que a celebração do IX centenário de S. Geraldo entusiasme cada um e ajude a empenhar-se e a comprometer-se na sociedade, como fez o monge proveniente de Moissac (França) no seu tempo.
Recorde-se que a próxima actividade inserida nestas comemorações destina-se aos alunos do 1.º ciclo. Trata-se do concurso “Milagre de S. Geraldo” e decorre entre os dias 15 de Novembro e 5 de Dezembro.



in Diário do Minho








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2008/10/25

D. Eurico Nogueira em Dume


Paróquia de Dume está a restaurar
esculturas dos “Quatro Bispos”

Texto e foto: José António Carneiro

A paróquia de S. Martinho de Dume, em Braga, está a restaurar um conjunto de quatro esculturas vulgarmente conhecidas como os “Quatro Bispos de Dume”. Anteontem à noite, durante uma Eucaristia presidida por D. Eurico Nogueira, inserida nas comemorações da Semana Cultural da Paróquia, foi apresentada ao público a imagem representando S. Rosendo. A completar este conjunto oferecido pelo cabido bracarense, no final do século XVIII, estão as imagens de S. Martinho e S. Frutuoso, que, como S. Rosendo, foram bispos de Dume e, ainda, S. Martinho de Tours, que não foi Bispo de Dume.  
Na Eucaristia, solenizada pelo grupo coral da Associação Cultural e Recreativa de Dume, o Arcebispo Emérito de Braga desafiou os dumienses a sentirem-se «honrados e orgulhosos pela história» e a preservarem uma memória agradecida mantendo sempre a identidade própria e sentindo a responsabilidade do passado.
Para realçar o valor da memória agradecida, D. Eurico Nogueira sugeriu que seja feito um levantamento de todos os Bispos de Dume ao longo da história e que, na sequência, seja colocada uma lápide com o nome de todos os bispos ligados à, entretanto extinta, diocese de Dume, da qual se mantém apenas o título, para um dos auxiliares de Braga (actualmente é D. Carlos Pinheiro, que foi Bispo Auxiliar de Braga, ao tempo de D. Eurico Nogueira).
O prelado, evocando alguns traços significativos do seu longo episcopado, salientou, ainda, as obras que tem sido feitas em Dume em relação à história da diocese, concretamente a estátua, o túmulo e o núcleo museológico, como um sinal positivo de preservação da memória.   
Na celebração, acompanhado pelos padres Armindo Alves, que é o pároco, e Luís Esteves, o prelado evocou alguns aspectos históricos da vida de S. Martinho de Dume. Em tom coloquial e do alto dos seus 85 anos, D. Eurico Dias Nogueira destacou o «fascínio» que desde sempre sentiu por este Bispo de Dume, originário da Europa Central.
O Arcebispo Emérito de Braga referiu que aceitou o convite para a celebração eucarística em Dume e que a sua presença aconteceu em substituição de D. Jorge Ortiga e D. António Couto – ocupados com os trabalhos da visita pastoral ao arciprestado de Braga – e de D. Carlos Pinheiro – actual Bispo de Dume – que não marcou presença por motivo de saúde.
Recorde-se que a Semana Cultural da Paróquia de S. Martinho de Dume termina amanhã, com um espectáculo de variedades que se realiza, no Centro Paroquial e é organizado pelo grupo de “Jovens do amanhã”, a partir das 21h30.  

in DM
 
Escrito por JAC em 10:35:58 | Link permanente | Comments (0) |
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