2008/05/27

Fotolegenda




Água das fontes, louvai ao Senhor
(Cântico das Criaturas)






Escrito por JAC em 15:01:12 | Link permanente | Comments (0) |

Para ouvir várias vezes



Requiem de Mozart


http://www.youtube.com/watch?v=l_jRSeeJVNs





Escrito por JAC em 11:36:25 | Link permanente | Comments (0) |

Para Te seguir, Senhor,



Não sei a razão de estar aqui…

Não posso andar o caminho
Que me leva ao Teu destino
Tua vontade, Senhor…

Só seguindo o Teu exemplo
Alcanço discernimento
Que me conduza p’ra Ti…

Para Te seguir, Senhor,
Há que renunciar
Só seguindo a Ti, Senhor,
Eu me posso salvar
Carregar a minha cruz
Fazê-lo com amor
Dizer-Te que sim, Jesus,
Tu és o Salvador!

Porque sou filho de Deus
Sou herdeiro dos Teus céus
Posso contemplar Teu rosto…

Quero seguir-te, Senhor,
De Ti me vem o amor
Que me dá felicidade…

Já sei a razão de estar aqui!...



Inédito, in Meu Deus de José António Carneiro









Escrito por JAC em 10:32:40 | Link permanente | Comments (0) |

Sancta Maria Mater Dei





A Mãe que ama não abandona!



Escrito por JAC em 10:21:34 | Link permanente | Comments (0) |

A Caminho

Sonho é editar um DVD pastoral

Seminaristas de Braga criam

página na net sobre liturgia




Alguns seminaristas do Seminário Conciliar de S. Pedro e S. Paulo, que foram ordenados diáconos recentemente, iniciaram um projecto de dinamização litúrgica que agora pode ser encontrado no sítio da internet www.acaminho.net.
O projecto, disse Tiago Freitas ao Diário do Minho, surgiu de um desafio lançado pela equipa Formadora do Seminário Maior de Braga aos seminaristas que estão em ano pastoral.
Assim, Alexandre Sá, Daniel Neves, Jorge Esteves, Luís Baeta, Manuel Baptista, Miguel Miranda, Sérgio Freitas e Tiago Freitas formam uma equipa que, na tentativa de introduzir uma nova dinâmica para a vivência do domingo ao longo de toda a semana, cria, desenvolve e prepara subsídios litúrgicos e os disponibiliza a quem deseja preparar convenientemente a liturgia dominical para melhor poder celebrar a fé.
Os textos são colocados com uma semana de antecedência para permitir que as pessoas cumpram os desafios e os compromissos estabelecidos para cada um dos dias da semana.
Como o projecto foi recebendo ecos positivos foi dado um passo em frente e criaram a página da internet www.acaminho.net.
Tiago Freitas que é responsável pela gestão e manutenção da página disse que o sonho seguinte é editar um DVD de pastoral com uma base de dados que possibilite um bom armazenamento de subsídios litúrgicos.
Segundo aquele responsável, “A Caminho” é um ponto de partilha de algumas sugestões para a liturgia, mas também de experiências e saberes da pastoral. Para além disto, pretende compilar outros materiais nas áreas da catequese, música e celebrações.
Cada um dos diáconos está responsável por um tema: o Alexandre Sá e o Sérgio Freitas preparam a reflexão do Evangelho, o Daniel Neves elabora uma sugestão de cânticos, o Jorge Esteves escreve um texto de formação, o Luís Baeta é o revisor de todos os trabalhos, o Manuel Baptista prepara os cartazes de apoio, o Miguel Miranda escreve as monições da celebração e o Tiago Freitas além da gestão do site, prepara o acto pemitencial e faz a sugestão dos arranjos florais.
Esta equipa está receptiva à partilha de trabalhos e de fotografias de pessoas devidamente identificadas. «Aqueles que nos quiserem enviar material pastoral nós poderemos colocá-lo disponível na página», afirmou Tiago Freitas. Essa partilha pode ser feito até com algum comentário ao modo como foi vivida a celebração dominical.





in Diário do Minho, Texto: José António Carneiro
Escrito por JAC em 09:50:40 | Link permanente | Comments (0) |

2008/05/23

Irmã Graça Ribeiro está há 20 anos na Costa do Marfim

Religiosa portuguesa vive

entre a missão e a incerteza


Texto e foto: José António Carneiro

Graça Ribeiro (GR) é uma religiosa da Companhia de Santa Teresa de Jesus, natural de Vila Chã, Mondim de Basto. Há 20 anos em missão na Costa do Marfim, regressou a Portugal em Dezembro passado para descanso sabático. Mas já está de partida, este sábado, para aquele país africano, a fim de viver entre o que considera ser a missão e a incerteza. Nesta entrevista ao Diário do Minho (DM), Graça Ribeiro conta algumas das dificuldades encontradas num país que tem vivido em constante ameaça de guerra, com um sentimento de instabilidade permanente. Em relação à educação ministrada à juventude ebúrnea – que é o carisma da congregação –, ela «não se mede em números porque educámos para a vida», diz. As Teresianas, como são conhecidas, são mulheres consagradas à causa do Evangelho, que vivem em fraternidade, ao serviço da missão de educar. Na Arquidiocese de Braga, têm dois centros de acolhimento, formação e oração, um colégio, um centro social em Verim (Póvoa de Lanhoso), e ainda a Comunidade do Largo João Penha, destinada às religiosas mais idosas.


DM – Como aconteceu a ida para a Costa do Marfim? Em concreto, que missão recebeu?
GR – Vamos sempre mandadas em missão pela Congregação. Tínhamos algumas casas em Angola, em Moçambique, em São Tomé e Príncipe.
Entretanto, da Costa do Marfim recebemos, no ano de 1985, um pedido para orientarmos um colégio. O bispo diocesano da altura pediu ao então Núncio Apostólico, que era espanhol, uma congregação para dirigir um colégio da sua diocese.
O nosso carisma é a educação e com essa finalidade fundámos e criámos diversos colégios, escolas ou institutos de formação. Quando fui para a Costa do Marfim, em 1988, fiquei ligada a este colégio que, apesar de ser pertença da diocese, começou a ser orientado pela nossa congregação. Nos primeiros anos da minha presença, ensinei. Este meu magistério durou até 1996, ano em que me foi confiada a direcção do colégio, que durou até ao presente ano de 2008.   

DM – Quando em 1988 chegou à Costa do Marfim, como era este país?
GR – Quando cheguei o país era bom e, de certa forma, ainda continua. No entanto, pelo meio nem tudo foi bom. A Costa do Marfim situa-se na África Oeste. Tinha um bom nível de desenvolvimento e bom nível de vida. Contudo, em 1999, deu-se uma tentativa de golpe de estado militar. Depois, em 2000, houve eleições e embora as coisas não tenham corrido bem a questão passou. A consequência directa foi o surgimento de uma instabilidade indesejada. E nós, apesar de não nos imiscuirmos na política, começamos a sentir essa instabilidade. Em 2002, acontece nova tentativa de golpe de estado, que falhou. Então, um grupo de rebeldes ocupou quase um terço do país e essa rebelião está instalada até hoje.
Em abono da verdade, diga-se, a guerra de armas calou-se, mas a situação é muito instável. Nem guerra nem paz.
Desde 2005 que deveria ter havido eleições. Estão marcadas para Novembro, mas não sei se se vão realizar.

DM – Quais as consequências dessa instabilidade política?
GR – São muitas as consequências. Em primeiro lugar, o progresso parou, a situação é crítica e os interesses políticos falam mais alto do que o bem comum.
Apesar de alguns esforços, o caminho que pode levar à paz ainda é longo e distante. Em concreto, é de salientar a ajuda grande que vem da comunidade internacional.
Para a nossa missão concreta, a instabilidade é um difícil obstáculo. A população é muito pobre e as dificuldades de escolarização são imensas porque as famílias não têm dinheiro para mandar os filhos estudar. Por isso, muitos jovens ficam sem escola. Aqueles que já eram pobres hoje são muito mais pobres e a saída ou solução para estes é, deveras, muito complicada.
O desenvolvimento dos paí está estagnado e os problemas acrescem todos os dias. Não há emprego e os que o têm não conseguem fazer face aos muitos problemas familiares.
Respira-se um clima de incerteza e vive-se não se sabendo ou imaginando o que pode acontecer amanhã. Tudo isto obstaculariza a nossa missão, mas sabemos que é no meio deste ambiente que as pessoas tentam viver.
Apesar de tudo isso, o nosso trabalho não pára. Eu própria estive isolada no centro da guerra, naquela que era a zona mais complicada, mas não parei com a minha missão.

DM – O que é que falta fazer?
GR – Deram-se alguns passos rumo a uma resolução pacífica. Mas esqueceu-se o mais importante: o desarmamento. As partes envolvidas no conflito não desarmaram. De parte a parte, o arsenal bélico é muito grande e vive-se com a sensação de que a qualquer momento o conflito pode explodir.
Falta também uma boa governação estatal, que não discrimine ninguém. Infelizmente, o Estado tardou em reconhecer e validar o nosso ensino privado. Só com o apoio da UNESCO e da UNICEF conseguimos essa validação. Esses entraves todos a que nos têm obrigado faz com que, por exemplo, não possamos pagar os salários a 100 por cento aos nossos professores. Os alunos diminuíram, porque o Estado não os manda para os nossos estabelecimentos.
Claro que sabemos o motivo: quem está na zona dos rebeldes, como nós estamos, é considerado rebelde. Daí a difícil cooperação do Estado com as nossas escolas. Este ano, por exemplo, apesar das promessas estatais, não recebemos qualquer aluno.
 
DM – Qual é o balanço de 20 anos de missão?
GR – O campo da educação, ao qual nos dedicamos, não se mede em números porque educámos para a vida. Procuramos sempre fazer o máximo sabendo que ao iluminar a mente e o coração destes jovens estamos a prepará-los para serem melhores no futuro, com uma nova maneira de agir. Apenas tentamos ser instrumentos nas mãos de Deus. Efectivamnte, durante estes anos, tivemos alguns resultados positivos. Por exemplo, o facto de já termos religiosas naturais da Costa do Marfim é um aspeco importante.

DM – Como vai ser este futuro próximo?
GR – Regresso agora à Costa do Marfim para me ocupar da supervisão dos colégios da Costa do Marfim e, também, do Burkina Faso. Serei uma espécie de delegada para assistir aos colégios daqueles países. Até porque vamos iniciar a construção de um novo colégio na capital marfinense e estarei com esse projecto.
A partir de Setembro, vou estar três meses em Jerusalém a fim de participar numa acção de formação bíblica organizada pela Sociedade dos Missionários de África (Padres Brancos).
O meu desejo é continuar a fazer o que fiz até hoje: educar. Educação é o máximo que podemos dar a uma pessoa. A cultura é o que fica para o futuro. Por muito pobre que seja, a cultura que dei ao longo destes anos foi o melhor que fiz. E tudo isso o fui exercendo, como manda Santa Teresa: como instrumento nas mãos de Deus, fazendo bem feito o pouco que está ao nosso alcance.



in Diário do Minho, 23 de Maio 2008
Escrito por JAC em 10:04:17 | Link permanente | Comments (0) |

2008/05/22

Corpo de Deus (a festa merece)

Sacrário

Diante do sumo amor
Que se faz terna presença
Na santa Eucaristia
Rasgo minhas vestes
Cubro-me de cinza
Visto-me de saco.

Abro, escancaro e desfaço
As portas do meu coração.
Não é que Tu não saibas o que vai nele!
Tu sabes tudo!

Mas, reconheço diante de Ti
O pequeno, o parvo que sou.

Sou nada diante de Ti
E assim quero continuar.
Só assim poderei continuar.

Tu sabes tudo:
O que me alegra e faz rir,
O que em entristece e faz sofrer.

Sabes o que tenho para dar
E o que Te quero dar:
A minha vida por inteiro.
Ajuda-me a dar-me integralmente
Sem reservas, por amor, como Tu.


Inédito, José António Carneiro, 22/10/07

Escrito por JAC em 16:26:40 | Link permanente | Comments (0) |

Eucaristia, o Corpo de Deus

Jesus Eucaristia


Na Eucaristia Jesus se dá
Na Palavra e no Pão
Na Eucaristia, Jesus
Vem a mim, ao meu coração.

Ó Senhor eu acredito
Na Tua presença real
Pão da vida, unidade
Sacramento divinal.

Ó Senhor sacramentado
Vida nova, conversão
Eu te quero receber
Nesta santa comunhão.

Ó Senhor crucificado
Que sofrestes a agonia
Na cruz e ressurreição
Começa a Eucaristia.

Inédito, José António Carneiro,
(no encerramento do Ano Eucarístico em Balasar)


Escrito por JAC em 16:20:54 | Link permanente | Comments (0) |

Em dia de Corpus Christi

Sacrário

Prostrado, Senhor, aos teus pés
ciente do meu nada na Tua presença
e temendo pecar de irreverência:
ajuda-me a ser como Tu és.

Eu sei que não sou digno de Te olhar
mas confiando em Teu amor e clemência
acalma-se o frémito da minha consciência
e inundo-me de calma ao contemplar.

E no mundo, Senhor, em que habito
tanta confusão, nenhuma calma
me inquieta de modo extraordinário.

E ao invés de todo qualquer conflito
peço para o meu ser e minha alma
o repouso e a paz do teu sacrário.

Inédito, José António Carneiro, 16/01/2008


Escrito por JAC em 16:17:31 | Link permanente | Comments (0) |

O Bom Pastor



O Bom Pastor:

Formação do Clero da Arquidiocese de Braga



o blog foi reactivado, felizmente, para todos!


não se esqueçam de passar e ler

pode ir por aqui


Escrito por JAC em 16:12:12 | Link permanente | Comments (0) |
1 2 3 4