2008/07/31

Confio

 

À janela contemplando

Vejo dor e sofrimento

Todos passam, ninguém vê

Minha dor,meu passamento.

 

E de mim,ninguém se lembra?

Ninguém me pega pela mão?

Só um, o meu Senhor,

Me conforta o coração.


inédito, José António Carneiro, 2007




Escrito por JAC em 10:37:50 | Link permanente | Comments (0) |

2008/07/30

S. Bento da Porta Aberta

A beleza agreste
e o contraste








Escrito por JAC em 18:05:17 | Link permanente | Comments (0) |

Arcebispo em Santa Marta


D. Jorge Ortiga criticou
festas sem sentido religioso

Texto: José António Carneiro
Foto: António Silva

D. Jorge Ortiga criticou ontem de manhã, o facto de, ao nível da Igreja, em geral, e, particularmente, ao nível da Arquidiocese de Braga, se organizarem muitas festas sem sentido do religioso.
A preocupação do Arcebispo Primaz está na forma e no conteúdo de «muitas festas» realizadas nesta altura do ano, onde o intuito primordial não é «o encontro com o Senhor» nem a celebração da fé, mas o carácter profano e comercial, gastando-se na sua organização «rios de dinheiro».
O Arcebispo de Braga falava assim na homilia da missa campal, que decorreu ontem junto à capela que pertence à paróquia de Esporões, em Braga, perante várias centenas de romeiros e devotos que subiram o Monte de Santa Marta para cumprir as suas promessas.
A par disso, o prelado bracarense deixou também desafios à unidade sacerdotal, apresentando como exemplo e testemunho a presença, na celebração, de todos os párocos que trabalham na Zona Pastoral Oeste/Veiga, do arciprestado de Braga.
Logo no início da celebração o Arcebispo Primaz referiu-se ao duplo motivo da celebração: por um lado, a festa de Santa Marta e, por outro, o encerramento das actividades daquela zona pastoral.
A este respeito, D. Jorge Ortiga disse que «as comunidades paroquiais não devem trabalhar isoladamente mas em unidade», de modo que não se caia num «bairrismo» exagerado e não «se pense apenas na nossa paróquia». O Arcebispo salientou, por isso, o trabalho que se tem vindo a desenvolver ao nível da zona pastoral Oeste/Veiga.
D. Jorge Ortiga referiu-se, ainda, à Palavra de Deus como uma das «necessidades mais urgentes do tempo actual». Uma das ideias realçada foi a de que as famílias têm «fome» e necessidade da Palavra de Deus, assim como de outras coisas que lhe asseguram a dignidade e a qualidade de vida. Neste sentido, defendeu que os crentes devem considerar a Bíblia como uma preciosidade, um tesouro a descobrir.
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) considerou que a festa litúrgica de Santa Marta está na linha do que o plano pastoral para o novo triénio propõe como objectivo. A atitude atarefada de Marta contrasta com a da tranquilidade e serenidade de Maria. Para D. Jorge Ortiga, Jesus não condena Marta mas, por ela, é como se pedisse a cada um dos crentes que saiba aliar as tarefas e os compromissos profissionais com a escuta e a meditação da Palavra de Deus. Nesse sentido, exortou a que os presentes saibam «dar lugar à Palavra de Deus» que deve, na vida de cada um, ser uma espécie de «bússola» orientadora.



Comércio “invadiu” monte da Falperra

Texto: José António Carneiro
Foto: António Silva

Entre a igreja de Santa Maria Madalena e a capela de Santa Marta de Leão “assentaram praça” muitos comerciantes vendendo os mais diversos produtos. Entre vestuário e calçado, produtos alimentares, fumados e enchidos, doces regionais e brinquedos havia de tudo um pouco na “feira” improvisada que se montou e estendeu entre os dois locais de culto.
Os romeiros e forasteiros que por lá passavam eram muitos mas não estavam muito virados para fazer negócio. Os desabafos dos comerciantes eram constantes e bem audíveis, queixando-se de apregoarem para ninguém.
A feira, contudo, não encerrou em si as festividades quer de Santa Maria Madalena quer de Santa Marta.
No recinto da capela conhecida como Santa Marta de Leão houve Eucaristia com sermão, às 09h00. À missa presidiu o pároco de Nogueira, padre José Ribeiro Mendes; o sermão esteve a cargo do padre António Ferreira Rodrigues.
Em Santa Maria Madalena, às 11h00, o padre João António Gomes da Cunha, pároco de Longos (Santa Cristina), presidiu à Eucaristia.
No sermão, o mesmo pregador, falou da temática do novo triénio pastoral e defendeu que os sentimentos de Maria Madalena em relação a Jesus manifestam-se precisamente na sua atitude de escutar o Mestre.
Com o exemplo de Maria Madalena, o padre António Rodrigues desafiou os devotos a «acolherem a Palavra de Deus» e a comprometerem-se com ela na vida.
O padre Agostinho Castro, da comunidade Carmelita do Sameiro – que assegura a celebração dominical naquela igreja – disse que se realizou também, às 17h00, uma hora de adoração eucarística, orientada pelo padre Manuel Castro, da mesma comunidade.
A afluência de pessoas neste dia ao monte da Falperra obrigou à presença de agentes da PSP e da Polícia Municipal e militares da GNR, que mantiveram a ordem no trânsito e velaram pela segurança dos romeiros.

in DM, 30/07/08

Escrito por JAC em 15:06:50 | Link permanente | Comments (2) |

2008/07/25

Sobre Luis Ladaria


Em “Um certo olhar” li o seguinte:

«LUÍS Ladaria é um sacerdote católico. Jesuíta e espanhol. E secretário da Congregação para a Doutrina da Fé. Seria uma situação normalíssima não fosse ter publicado um livro “Teologia do pecado original e da graça” onde, segundo se vai dizendo em certos corredores, as suas teorias “não são conformes” a doutrina católica. Designadamente a ideia transmitida por este jesuíta de que mão aceita que o pecado original se transmita de geração em geração “como um facto ontológico”.

Gosto deste jesuíta. Desempoeirado. Assim, sim, é ser guardião da doutrina.
»

O meu humilde comentário:

Ser moderno as olhos do mundo e "desempoeirado" não significa que tenha de se ir contra os princípios da doutrina católica. Se este senhor, que eu estudei afincadamente no meu curso, fosse contrário ao Catecismo e à teologia católica não teria sido escolhido para a Congregação Vaticana que rege e orienta tudo o que diz respeito aos escritos e ideias da religião católica.


Escrito por JAC em 15:22:01 | Link permanente | Comments (0) |

JMJ de Sydney

Testemunho das bracarenses
que foram à JMJ de Sydney

No dia 7 de Julho, partimos quatro bracarenses (as duas assinantes, o Bispo Auxiliar D. Antonino Dias e o padre Cândido Azevedo de Sá) rumo à Austrália, a fim de participar na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2008, em Sydney.
Passadas 48 horas de voo chegamos a Brisbane, diocese que nos acolheu durante a primeira semana. Fomos integrados num grupo de 56 portugueses, oriundos de todo o país.
O grupo foi repartido pelas paróquias de São Paulo e São Maximiliano Kolbe, situadas na cidade de Logan, arredores de Brisbane, onde fomos acolhidos por famílias e integrados nas suas rotinas e cultura.
Durante a estadia na diocese, entre os dias 9 e 13 de Julho, decorreram diversas actividades de integração na comunidade, desde eventos sociais, visitas a locais emblemáticos, barbecues típicos australianos, até à “Festa da Fé”, na qual foi possível juntar os peregrinos oriundos dos mais diversos países reunidos em Brisbane.
Diariamente participamos em Celebrações da Palavra em conjunto com a comunidade paroquial, tendo sido uma experiência extremamente enriquecedora, dado que todas as famílias se dedicaram de forma entusiasmada ao acolhimento dos jovens que os visitaram.
De 15 a 20 de Julho, estivemos em Sydney, onde nos entregamos para viver o espírito das JMJ, com cerca de 400 mil jovens de todo o mundo, partilhando experiências, culturas e principalmente a fé.
Ficamos alojados na Holy Family School, em Granville. Os nossos dias foram divididos em catequeses, na parte da manhã, e visitas culturais à cidade, durante a tarde.
O que nos levou a participar nesta JMJ foi a convivência e o facto de nos reunirmos com milhares de jovens que se movem com o espírito e a força que vem pela fé.
Um dos momentos mais marcantes que tivemos foi uma caminhada de nove quilómetros, que teve a duração de três horas, num dia de muito calor.
A vigília com o Papa Bento XVI foi intensa. Com tantas velas acesas e uma atenção redobrada, ficou em nós a mensagem: Orai e vigiai! O Santo Padre falou em Português. Foi um momento especial.
Acordámos no meio da multidão em Randwick. A Eucaristia às 10h00 foi presidida pelo Papa Bento XVI. Depois, o Santo Padre disse-nos para deixarmos que o Espírito Santo habite em nós, que nos transforme e revele dons para servir o próximo.
Agora vamos para a vida tentar fazer isso.

(texto)Eduarda Pontes e Amélia Silva

in DM, 27/7/07

Escrito por JAC em 11:24:44 | Link permanente | Comments (0) |

Santa Marta das Cortiças

Uma das tradicionais festas e romarias em torno da Falperra
Santa Marta das Cortiças
é exemplo de festa religiosa

Texto: José António Carneiro

A festa em honra de Santa Marta das Cortiças, em Braga, é o exemplo de uma verdadeira festa religiosa, porque é feita para e com as pessoas da comunidade paroquial. A afirmação é do padre João Miguel Torres, pároco de Esporões, onde se localiza aquela capela – datada do século XVI – e na qual tem lugar na próxima terça-feira, dia 29, a festa litúrgica de Santa Marta e a tradicional romaria.
O sacerdote é da opinião que as comunidades paroquiais devem atender bem às pessoas que estão a organizar as festas cristãs. «Há alguns festeiros que quase não conhecem os párocos», defendeu.
No caso da festa de Santa Marta, é a paróquia de Esporões a entidade organizadora, com mais de 50 pessoas a trabalhar como voluntárias. Desta forma, segundo o pároco, esta festa cristã prima pela «ausência de barulhos», possibilitando o diálogo e o convívio das pessoas.
O padre João Torres defende, também, que os critérios usados são verdadeiramente religiosos, tendo por finalidade «elevar o espírito» e «unir a comunidade paroquial».
O sacerdote interroga-se como é possível que, estando o país a atravessar uma séria crise, seja possível existirem paróquias que gastam 50 ou 100 mil euros para organizarem festas paroquiais ditas religiosas, onde a atracção principal é um qualquer cantor “pimba” e não a celebração da fé.
O padre João Torres considera que essa atitude por parte de muitas comissões de festas revela «ignorância religiosa», não dando uma boa imagem da Igreja e não contribuindo para o exemplo e testemunho credíveis por parte da religião cristã.
Como já referimos, a celebração da festa em honra de Santa Marta das Cortiças, na Falperra, decorre no próximo dia 29 e conta com a presença do Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, para presidir à Missa das 11h00. A particularidade desta celebração tem a ver com o facto de nela se assinalar também o encerramento das actividades do ano pastoral 2007-2008 na Zona Oeste/Veiga do arciprestado de Braga.
Além desta celebração solene haverá, naquele espaço de culto, Missa às 08h00 e às 09h00.

Obras de melhoramento
A capela foi totalmente remodelada durante este ano, disse também o pároco ao Diário do Minho, o que implicou um investimento avultado. O seu valor exacto ainda não está apurado. O arranjo incidiu no exterior e interior do templo situado num espaço classificado pelo Instituto Português de Apoio ao Património (IPPAR) – actualmente designado Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) – como Imóvel de Interesse Público, desde 20 de Outubro de 1955.
Os custos das obras de melhoramento serão totalmente cobertos com os donativos e contribuições dos paroquianos e dos devotos que vão marcar presença nas festas deste ano.
Note-se, também, que os acessos à capela foram igualmente melhorados, uma obra que contou com o patrocínio da Junta de Freguesia de Esporões e da Câmara Municipal de Braga.

Outras festas no dia 29
A par desta celebração, decorre, no mesmo dia, a também tradicional romaria na igreja de Santa Maria Madalena, situada na paróquia de Santa Cristina de Longos, Guimarães, e na capela de Santa Marta de Leão, pertencente à paróquia de Nogueira, Braga.
Assim, no dia 29, às 07h00 e às 09h00, na capela de Santa Marta de Leão, há celebração da Eucaristia; na igreja de Santa Maria Madalena, começa às 11h00.


in DM, 25/7/07


Escrito por JAC em 11:22:54 | Link permanente | Comments (0) |

Vida das palavras



Em cada letra que escrevo
Deixo outra por escrever
Em cada momento que vivo
Muitos ficam por viver.

Em tudo aquilo que digo
Muito fica por dizer
Assim, eu continuaria
Se mais quisesse escrever…


inédito, José António Carneiro, 2002

Escrito por JAC em 11:21:10 | Link permanente | Comments (0) |

2008/07/19

Mar


 
Ondas vão,ondas vêm:
Não se cansarão?
 
Numa infinidade eterna
Percorrem seu destino
Sua vida.
 
A suapersistência é hoje
Exemplo para nós
Que tão pouco persistentes! …


inédito, José António Carneiro, 2003


Escrito por JAC em 12:24:19 | Link permanente | Comments (0) |

S. Paulo viveu p’ra Cristo

 

Em ano paulino, um contributo mais...

 

 

1. Convertido pela luz

incansável combatente

a Palavra de Jesus

anunciou a toda agente.

 

S. Paulo viveup’ra Cristo

esperando a salvação

pregando e vivendo a fé

no serviço ao irmão. (bis)

 

2. Discípulo fervoroso

converteu muitos pagãos

sua doutrina segura

firmou também os cristãos.

 

3. Sem medo de anunciar

quis cumprir sua missão:

em Roma, em qualquer parte,

até à morte cristão!

 

4. Profeta e servidor

pela vontade de Deus;

paladino do amor

que inundou a terra e céus.

 

5. Missionário das nações

humilhou-se e não se ergueu.

Foi exímio escritor

e pala fé combateu.

 

  1. Abrasou os corações

com o hino do amor.

Em sua vida terrena

seguiu Cristo, seu Senhor.

 

(Letra cantada no carro alegórico dedicado a São Paulo, na Romaria Grande de S. Torcato, de 2008.)

inédito José António Carneiro

 

Escrito por JAC em 11:11:50 | Link permanente | Comments (0) |

2008/07/10

JMJ 2008, em Sidney

Poveira participa na JMJ 2008, em Sidney

Na bagagem levo a bandeira

e o desejo de ver de perto o Papa

 

Texto e foto: José António Carneiro

 

Eduarda Pontes é natural de Amorim (Póvoa de Varzim) e vaiparticipar na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que se realiza em Sidney(Austrália), entre os dias 15 e 20 de Julho. Ela e Amélia Silva partem hojepara a Austrália, como representantes da Arquidiocese de Braga nesteacontecimento que reúne jovens de todo o mundo. O Bispo Auxiliar de Braga D.Antonino Dias vai acompanhar a comitiva portuguesa, constituída por cerca de100 jovens de todo o país. O Diário do Minho (DM) falou com Eduarda Pontes (EP), para conhecer as suasexpectativas, desejos e motivações a respeito da peregrinação. A poveira, de 19anos de idade, leva na bagagem a bandeira portuguesa e a expectativa de ver deperto o Papa Bento XVI. Conhecer jovens de outras nacionalidades e os pontos deinteresse turístico da Austrália fazem, também, parte do leque de desejos daperegrina.

 

DM – Porque participa na JMJ, em Sidney?

EP – Participei na última jornada que se realizou em Colónia, naAlemanha, e a experiência foi muito positiva. Por isso, logo que o Papa BentoXVI anunciou a Austrália como país receptor do encontro, entusiasmei-me paraparticipar. Em primeiro lugar, a experiência que tive na Alemanha contribuiumuito para a minha decisão.

Mas, o facto de ser na Austrália também me cativou. É um paísque tenho imensa vontade de conhecer por se situar do outro lado do mundo.

Ir à Austrália é uma viagem de sonho que poucos jovens da minhaidade têm possibilidade de fazer. Sabendo que vou encontrar jovens de imensasnacionalidades, o desejo ainda é maior.

Além disso, o ambiente que se experimenta numa JMJ é formidável.Quando os portugueses se encontram, fazem sempre uma grande festa. Este ano,por sermos poucos, vai ser mais difícil, mas faremos festa à mesma.

 

DM – Pelo facto de ser um país nos antípodas, “aguça”, por umlado, o apetite, mas arrasta, por outro, o problema da questão monetária…

EP – De facto, ir à Austrália não é barato. Eu, para tal, tenhode investir mais de 2.500 euros. Reconheço que a maior parte dos jovens nãopode fazer isso.

Terminei o 12.º o ano passado. Logo de seguida, tive afelicidade de fazer um estágio profissonal remunerado que me permitiu iramealhando grande parte dessa quantia. De outra forma não tinha hipótese.

 

DM – Quando fez a inscrição?

EP – Só decidi ir em Abril passado. No dia de Páscoa falei com aAmélia Silva, e nessa altura resolvemos participar. Na semana seguinte,tratamos de todos os procedimentos para efectuarmos a inscrição. Contactamoscom o padre Vasco Pedrinho, e com o apoio do nosso pároco fizemos a inscrição.

Vejo esta viagem como uma aventura. Na Alemanha estava com umgrupo conhecido, constituído por 30 jovens. Agora, somos apenas duas, que nosjuntamos ao grupo que vai de Portugal.

 

DM – Sois a representação da Arquidiocese de Braga,juntamente com D. Antonino Dias. O que esperas destes dias na Austrália?

EP – Espero que tudo corra bem. Que possa ver e cumprimentar oPapa Bento XVI. Tenho uma grande vontade de conhecer jovens de outrasnacionalidades. Estou ansiosa e com muitas expectativas do país, das pessoas,em geral, e das famílias de acolhimento, em particular.

Espero também que a organização seja boa, ainda que o espíritopara participar num acontecimento destes não tenha a ver, directamente, com aorganização.

O que me move a participar é a minha fé em Jesus Cristo. Ele éque congrega todos os jovens no encontro. Tudo o resto vem por acréscimo.

 

DM – O que destaca do programa da JMJ?

EP – A vigília com o Papa, sem dúvida. É um momento marcante esignificativo. Mas, também, a sua chegada é emocionante.

 

DM – Tem alguma preferência sobre o país organizador dapróxima JMJ?

EP – Portugal, claro! Era muito bom que fosse cá, emborareconheça que não é fácil. Somos um país pequeno, no entanto, a experiência adquiridano Euro 2004 pode ajudar ao nível organizativo.

Além do mais, somos um país hospitaleiro. Se ouvisse naAustrália o anúncio recair em Portugal, ficaria eufórica.

 

DM – Muitas famílais acolhem os jovens da JMJ. O que achadessa situação?

EP – É muito bom sermos acolhidos por famílias. É bom ter umacama, uma família, uma casa. Temos pequeno-almoço, alguém que nos dá o bom dia.Ficar numa família é uma experiência excelente, até porque ainda hoje comunicocom a família que me acolheu em Colónia. Cria-se uma amizade para a vidainteira.

 

DM – O que leva na bagagem?

EP – Levo roupa quente e fresca. Na Austrália é Inverno. Aindaque o dia seja ameno, as noites são frescas.

Levo, também, o saco-cama e colchão para a vigília, e coisasmuito práticas.

Não podia esquecer a bandeira portuguesa, que me acompanhasempre. É um símbolo que gosto de ter comigo.

 

DM – Como será feita a viagem e quando regressas?

EP – Saímos hoje de Amorim pelo meio-dia, em direcção ao Porto,onde nos encontraremos com o Bispo Auxiliar de Braga D. Antonino Dias. Tambémos jovens de Aveiro e Viana do Castelo se encontram lá connosco. Depois,seguimos de avião até Londres.

Na capital inglesa, encontramo-nos com todos os grupos de jovensde Portugal, que partiram dos aeroportos de Faro e do Funchal. Entretanto, ovoo segue até Hong Kong, onde será feita uma paragem técnica, e daí segue paraa Austrália. Na primeira semana ficaremos instalados em Brisbane, seguindodepois para Sidney, onde onde participaremos nas actividaes da JMJ.

Regressamos a Portugal no dia 22 de Julho.

 

 

 

Escrito por JAC em 10:29:17 | Link permanente | Comments (0) |
1 2