2008/09/24

Alvorada



Água corre cristalina
Salpica a face sedenta
Do caminhante que procura
Um lugar para repousar.

Que abundância de frescura
Se pode saborear
Na Palavra revelada.

Num berço rico de ternura
Que se faz para abraçar
O nascer da alvorada.

inédito José António Carneiro

07/09/07
Escrito por JAC em 11:54:56 | Link permanente | Comments (0) |
Comentário
Escreva um comentário