Alvorada
Água corre cristalina
Salpica a face sedenta
Do caminhante que procura
Um lugar para repousar.
Que abundância de frescura
Se pode saborear
Na Palavra revelada.
Num berço rico de ternura
Que se faz para abraçar
O nascer da alvorada.
inédito José António Carneiro
07/09/07











